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Mostrando postagens de maio, 2017

Começando a começar.

As vezes os dias são  assim de reflexão,como hoje,  porque a pressa da vida não nos podem tirar a profundidade de sabermos quem somos. As vezes nus diante de nos mesmo, as descobertas são ainda maiores. Hoje agradeço a Renato Teixeira, pela letra dessa canção, que mais parece um poema. Não se fica imóvel com tamanha beleza das palavras. Então aqui esta: Tantas vezes me mataram Tanta vezes eu morri Mas agora estou aqui Ressuscitando Agradeço ao meu destino E a essa mão com um punhal Porque me matou tão mal E eu segui cantando Cantando ao sol Como uma cigarra Depois de um ano embaixo da terra Igual a um sobrevivente Regressando da guerra Tantas vezes me afastaram Tantas reapareci E por tudo que vivi vivi chorando Mas depois de tanto pranto Eu aos poucos percebi Que o meu sonho não tem dono E segui cantando Cantando ao sol Como uma cigarra Depois de um ano embaixo da terra Igual a um sobrevivente Regre...

Irmandade escolhida

A vida ainda pode ser maior, em qualquer estagio dela. Eu pensando aqui na família que escolhemos, a estes damos o nome de amigos, esses mesmo, sem qualquer laço sanguíneo, que de verdade é mero detalhe, porque para alguns eu daria meu próprio sangue. Familiarmente falando, tenho só um irmão, mais velho 3 anos e bem diferente de mim, sou louca por ele. Agora emocionalmente falando tenho uma irmã mais velha também um ano. Ela não nasceu na mesma barriga que eu e nossos pais também nao são os mesmos, o dela gaúcho, o meu italiano, ambos generosos e seres  indescritivelmente maravilhosos, já não vivem entre nos, mas é só mero detalhe, eles seguem em nos. Essa irmã é linda, vaidosa, alegre, forte e depois que se tornou mãe, só melhorou, claro, que com uma dose extra de loucura,  alias as vezes ela quer deixar de ser irmã para se tornar minha mãe, engraçadamente eu deixo. Ela reclama que não tenho qualquer juízo, mas sabe ser carinhosa em elogiar meus poucos atos dignos de adu...