Em pleno domingo de sol aqui em São Paulo, me coloco respeitávelmente na sala para escrever sobre a solidão. Algum tempo atrás teria completo pânico de escrever sobre isso, mas o tempo e a maturidade, me trazem calma e até um certo charme em dedilhar sobre o tema. Nascemos só!! O ventre emprestado da mãe, o cordão umbilical e o resto são propabilidades do destino, entendeu? Não? Explico. A solidão é o sentimento que mais pode nos conectar com o resto do mundo, é nele que encontramos quem somos, no silêncio de nós mesmos, encontramos vozes incríveis que nos direcionam, há quem diga que só os esquizofrênicos escutam vozes, rs..... talvez eles não sejam tão loucos assim. Já faz tempo que acredito que os muros das clínicas psiquiátricas só existem para nós provar que ainda não somos loucos, mesmo sendo, não estar lá é só um detalhe. Gosto de pensar na solidão como algo mágico, transformador e mutável, afinal transito bem entre a solidão e a multidão. O contrario de estar só, não é est...
Ítalo brasileira, mãe, escritora e jornalista. Dona de uma escrita rápida, sem rodeios e com uma sagacidade singular. Aos 18 anos iniciou sua carreira como radialista na Jovem Pan, momento esse marcado definitivamente pela paixão a comunicação, onde ela trafega com facilidade e muita originalidade. Ancora de telejornal e apresentadora de Talk Show, Arielli Margiotta conta com um histórico no meio de comunicação de muito sucesso e personalidade.