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Mostrando postagens de dezembro, 2016

Última crônica

A última sempre precede ao nostálgico fim declaro em versos, em filmes, em telas!!! Esse fim é quem sabe até promissor. É declaradamente positivo . Eu decreto o fim das dores, das lágrimas derramadas, absolvo as dores duras das perdas pessoais  os enganos e desencantos, sejam eles de qualquer aspecto da vida...... Declaro fim as crises verbais, intelectuais e espirituais. Acorde!!!!! 2017 será regido por quem for e não me importo, será inocentemente puro amor, desejo daquilo que é maior e não palpável. Declaro aberta a nova era, seja ela de Aquário, Netuno ou Plutão, tenhamos nos consciência que o mundo é só um quintal de casa, nosso fundão da escola, nosso play particular. Declaro paz, amizades verdadeiras alegria e o resto, pode ser prosperidade, singularidade.... isso!! Não errei a palavra, ser singular é pertencer a si mesmo, ainda que com tamanha dificuldade. Diga adeus ao ano que passou com fé, entusiasmo e energia.... assim 2017 se apresentará melhor. Faça a mandinga que for...

Um bistrô e algumas reflexões

Hoje, sexta feira, sentada num simpático bistrô tipo parisiense, vem na memória Paris, uma das cidades mais linda que já conheci na vida e com as lembranças dos dias lá, faço um análise do ser humano, sempre rico em detalhes. Em Paris é comum sentar-se só em bistrôs e pedir cafés, vinhos e com eles infinitos cigarros giram os cinzeiros, sempre estratégicamentes sob as mesas.Aqui em São Paulo, tarefa difícil, as leis nem sempre compreendem a carência dos fumantes, logo me reservo a área indicada, entre o cigarro e o capuccino, feito razoavelmente bem pelo barista, eu elaboro ideias, observo a mesa ao lado, onde duas amigas bebem drinks esquisitos e até bonito esteticamente. Penso sobre amizade, vida, tédio e encerramento do ano de 2016. Não pude evitar ouvir as "amigas" da mesa vizinha transcorrerem sobre a vida, cada qual falava no prazer em beber as cinco da tarde, ambas ao que tudo indica estavam já desfrutando as férias merecidas, o fim do ciclo do trabalho de um ano, suas...

Deus não está morto.

Longe de ser resenha ou sinopse, acabo de assistir ao filme " Deus não está morto" tocante, fantasioso e real, mais uma vez a fragilidade humana nos aproxima do sagrado, dando assim espaço para o espírito viver com mais intensidade. O protagonista do filme, um jovem estudante de filosofia e seu embate intelectual em provar a existência de Deus ao seu duro e ateu professor, cenas superficiais porém fortes.  Ainda é necessário crer em algo, como se fossemos crianças em busca do colo paterno para nos acalentar das dores mundanas. Não há dúvidas de que me incluo nessa fila de carentes por pai ou algo divino, aliás no fundo tenho a impressão de que todos sem exceções somos, a diferença é que alguns admitem, outros negam suas fraquezas. Volto a reflexão sobre divindades e suas forças, volto meu olhar para céu, volto minha cabeça para as estrelas na doce e infantil ideia de ser ouvida por alguém ou alguma coisa. Não sei porque me sinto em paz, amparada e confiante. Ah.... querem min...