Sobre as rodas de discussões literárias que tenho participado, chego à conclusão que uma vida de leitura e dedicação será pouco para a imensidão de palavras que jorram da minha mente e correm meus dedos, buscando no teclando do computador seu melhor encaixe. Quem ama escrever crônicas sabe exatamente, o que é essa sensação é quem ama escrever de si mesmo, obviamente sabe mais ainda. Aquele que escreve, liberta a alma da lama de ser linear, constante e morno, quem melhor lê, tem consigo a capacidade de transpor rios, mares e afluentes. Não se nasce escritor, roterista ou cronista, desnuda -se, sem pudores, sem medos ou receios, revela-se. Infelizmente o Brasil está longe de ser um país onde as pessoas leem no ponto de ônibus ou esperando metro. Complexo explicar essa cultura onde quem lê é a burguesia de direita, mesmo porque isso um dia foi real. Sigo apostando na máxima de Francis Bacon " conhecimento é poder", sigo na inocência infantil de apostar num país mais justo, dign...
Ítalo brasileira, mãe, escritora e jornalista. Dona de uma escrita rápida, sem rodeios e com uma sagacidade singular. Aos 18 anos iniciou sua carreira como radialista na Jovem Pan, momento esse marcado definitivamente pela paixão a comunicação, onde ela trafega com facilidade e muita originalidade. Ancora de telejornal e apresentadora de Talk Show, Arielli Margiotta conta com um histórico no meio de comunicação de muito sucesso e personalidade.