Sobre as rodas de discussões literárias que tenho participado, chego à conclusão que uma vida de leitura e dedicação será pouco para a imensidão de palavras que jorram da minha mente e correm meus dedos, buscando no teclando do computador seu melhor encaixe.
Quem ama escrever crônicas sabe exatamente, o que é essa sensação é quem ama escrever de si mesmo, obviamente sabe mais ainda.
Aquele que escreve, liberta a alma da lama de ser linear, constante e morno, quem melhor lê, tem consigo a capacidade de transpor rios, mares e afluentes.
Não se nasce escritor, roterista ou cronista, desnuda -se, sem pudores, sem medos ou receios, revela-se.
Infelizmente o Brasil está longe de ser um país onde as pessoas leem no ponto de ônibus ou esperando metro. Complexo explicar essa cultura onde quem lê é a burguesia de direita, mesmo porque isso um dia foi real.
Sigo apostando na máxima de Francis Bacon " conhecimento é poder", sigo na inocência infantil de apostar num país mais justo, digno e culto, sigo falando que o Brasil é o melhor país para se viver.
Ser otimista cansa!!
Mas não é que hoje fui tomada por essa coragem sem vergonha....
Dedico essa crônica aos amigos sem vergonhas como eu.
Arielli
@ariellimargiotta

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