Hoje escrevo com um olhar dividido entre a existência e a morte de todo aquele que vive.
A natureza rica de existir, as realizações contidas na fração vida, coisas que cabem em si e outras tantas que deixamos de contar por absoluta falta de tempo em realizá-las.
Sigo aprendendo sobre o ciclo sagrado de existir, sabendo que talvez amanhã não exista mais, meu fluxo de vida é intenso, movimentado, fluido e dinâmico, há quem diga que as oscilações emocionais podem matar, prefiro então a condenação da morte súbita a uma vida sem contrastes.
A tela da vida deve ter todos os tons, paisagens e por que não miragens?
Escrevo versos soltos e poemas de amor em guardanapos e em portas de banheiros,sim!! portas de banheiros, porque ainda existe uma adolescente morando aqui dentro e o pior ou melhor de tudo, ela é danada de boa na escrita! As vezes até faz rimas.
Entre uma e outra linha, a existência encontra um corpo dançando em qualquer som sob qualquer lua e exatamente nessa hora que penso que vida e morte, por incrível que parece caminham juntas.
@ariellimargiotta

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