A vida consegue ser engraçada as vezes ou quase sempre.
Alguém comentou comigo que meus textos estão cada vez mais difíceis de serem compreendidos.
Sorri sozinha por 5 minutos, estávamos distantes falando por whatsApp
Fiquei reflexiva por dias pensando, logo aquela pessoa que eu achei que me conhecia tão bem.
Nos enganamos todos os dias, da hora que acordamos ao ir deitar.
Nos enganamos achando não ter problemas, ou te-los demais, o que seria demais pra você? Saúde, falta de emprego, amores desfeitos, filhos, uns kilos a mais ou só a fatura do MasterCard?
Nos enganamos achando sermos insubstituíveis, podemos ser trocados, ajustados ou desalocados, no trabalho ou na vida, tenha certeza, invariavelmente sem engano.
Nos enganamos ouvindo declarações de amor ou de ódio, os sentimentos podem estar invertidos, quase sempre é assim.
Nos enganamos com aqueles que falam e não fazem e com aqueles que fazem tudo e não falam absolutamente nada.
Nos enganamos com aqueles que apostamos nos ajudar na hora mais crucial e simplesmente passam despercebido a nossa dor.
Nos enganamos com tantos outros que poderíamos jurar indiferentes a nos, e esses são inexplicavelmente os primeiros a nos dar a mão, o ombro, a caixa de lenço para um choro qualquer seja de emoção, medo, tristeza ou alegria, sim... porque adultos choram, mas mentem alegando ser coisa de gente infantilizada, aos que confessam aqui, como eu, minha total admiração.
Bom, relembrando a conversa com a tal pessoa que mantinha dificuldades em ler meus textos, conversamos um pouco mais e nos despedimos, a pessoa brincando ou não, falou antes de desligar que daqui ha algum tempo teme em me encontrar usando dread no cabelo e all star nos pés.
Mal sabe ele que por de trás do meu scarpin impecável e daquele cabelão hollywoodiano, com make up de Diva na cara, mora uma hiponga inveterada, avessa ao mundo capitalista, cheia de simplicidade, sonhadora e com o coração lotado de amor pela vida e pela natureza.
Beijo com fumaça de incenso, no melhor estilo paz e amor, com o carisma que só os hippies tem.
Alguém comentou comigo que meus textos estão cada vez mais difíceis de serem compreendidos.
Sorri sozinha por 5 minutos, estávamos distantes falando por whatsApp
Fiquei reflexiva por dias pensando, logo aquela pessoa que eu achei que me conhecia tão bem.
Nos enganamos todos os dias, da hora que acordamos ao ir deitar.
Nos enganamos achando não ter problemas, ou te-los demais, o que seria demais pra você? Saúde, falta de emprego, amores desfeitos, filhos, uns kilos a mais ou só a fatura do MasterCard?
Nos enganamos achando sermos insubstituíveis, podemos ser trocados, ajustados ou desalocados, no trabalho ou na vida, tenha certeza, invariavelmente sem engano.
Nos enganamos ouvindo declarações de amor ou de ódio, os sentimentos podem estar invertidos, quase sempre é assim.
Nos enganamos com aqueles que falam e não fazem e com aqueles que fazem tudo e não falam absolutamente nada.
Nos enganamos com aqueles que apostamos nos ajudar na hora mais crucial e simplesmente passam despercebido a nossa dor.
Nos enganamos com tantos outros que poderíamos jurar indiferentes a nos, e esses são inexplicavelmente os primeiros a nos dar a mão, o ombro, a caixa de lenço para um choro qualquer seja de emoção, medo, tristeza ou alegria, sim... porque adultos choram, mas mentem alegando ser coisa de gente infantilizada, aos que confessam aqui, como eu, minha total admiração.
Bom, relembrando a conversa com a tal pessoa que mantinha dificuldades em ler meus textos, conversamos um pouco mais e nos despedimos, a pessoa brincando ou não, falou antes de desligar que daqui ha algum tempo teme em me encontrar usando dread no cabelo e all star nos pés.
Mal sabe ele que por de trás do meu scarpin impecável e daquele cabelão hollywoodiano, com make up de Diva na cara, mora uma hiponga inveterada, avessa ao mundo capitalista, cheia de simplicidade, sonhadora e com o coração lotado de amor pela vida e pela natureza.
Beijo com fumaça de incenso, no melhor estilo paz e amor, com o carisma que só os hippies tem.
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