Hoje, meu coração em festa, dança ao som de qualquer ritmo, meu coração disparou um pouco mais depois de ler esse texto delicioso da minha querida Lia Heck
Ela é generosa, talentosa, linda, negra, brasileira, mãe, jornalista, escritora, esposa e eu tenho pra mim que nas horas vagas, ela faz bico de MULHER MARAVILHA.
Lia, sua linda, que mulherão da porra é você
Obrigada pela confiança e coragem, você é incrível, no significado mais amplo da palavra e da tradução.
Beijo você com o amor que cabe em mim e hoje você simboliza todas outras tantas mulheres admiráveis que eu queria também desejo homenagear.
Eu só tenho medo de lagartixa
Aos 15 anos eu trabalhava 8h por dia e estudava à noite numa escola federal.
Aos 17 anos saí de casa. Aos 19 passei num concurso público disputando uma vaga com outros 5 mil candidatos.
Enfrentei um relacionamento abusivo e sofri o preconceito do estado civil "divorciada" em pleno século 21.
Voltei pra faculdade quando a maioria estava se formando. Sofri com preconceito racial das mais diversas formas.
Fui vítima de assedio sexual e moral (não poucas as vezes por parte de outras mulheres).
Morei sozinha, viajei o mundo e aprendi a amar a minha própria companhia. Entendi que não preciso de homem algum pra ser feliz. Entendi tambem que não preciso de um papel ou cerimônia pra estar casada.
Hoje eu vivo um casamento onde há muito #amor, mas a base de tudo é o respeito e a admiração.
Não é um problema meu marido estar em casa enquanto eu sento num bar e bebo cerveja com minhas amigas. Isso não significa que eu o estou traindo, muito menos "à caça", e as conversas não são sobre homens.
Encarei uma depressão de frente e aceitei a medicação como algo necessário, mas a terapia foi (e é) algo libertador.
Aceitei meu cabelo, não como moda, mas parte de quem sou e hoje tenho segurança para usá-lo como eu quiser: crespo ou liso. Vivenciei o momento mais poderoso da minha vida que foi gerar, parir e alimentar outro ser.
Hoje, nosso grande desafio (meu e do marido) é educar nosso filho pra que ele seja um feminista. E antes que alguém envie alguma piadinha infame sobre isso, eu explico: eu quero que meu filho respeite as mulheres.
Que ele entenda que o feminismo não é ser menos ou mais, mas sim ser igual. Ser mãe de menino é de uma responsabilidade tão grande quanto de menina. Eu tenho um puta orgulho da minha história.
Ela não é melhor nem pior que a de nenhuma outra mulher. Ela é minha. Me fez ser quem eu sou hoje. Ser mãe também tem me feito aprender muito mais sobre o feminino.
Tem me feito olhar outras mulheres, suas histórias, seus valores, entender o significado da palavra sonoridade.
Homens, feminismo não é mimimi.
Mulheres, não tem esse lance "das inimigas".
Juntas temos um poder inimaginável.
#girlpower #diainternacionaldamulher #8demarço
@Liaheck
Ela é generosa, talentosa, linda, negra, brasileira, mãe, jornalista, escritora, esposa e eu tenho pra mim que nas horas vagas, ela faz bico de MULHER MARAVILHA.
Lia, sua linda, que mulherão da porra é você
Obrigada pela confiança e coragem, você é incrível, no significado mais amplo da palavra e da tradução.
Beijo você com o amor que cabe em mim e hoje você simboliza todas outras tantas mulheres admiráveis que eu queria também desejo homenagear.
Eu só tenho medo de lagartixa
Aos 15 anos eu trabalhava 8h por dia e estudava à noite numa escola federal.
Aos 17 anos saí de casa. Aos 19 passei num concurso público disputando uma vaga com outros 5 mil candidatos.
Enfrentei um relacionamento abusivo e sofri o preconceito do estado civil "divorciada" em pleno século 21.
Voltei pra faculdade quando a maioria estava se formando. Sofri com preconceito racial das mais diversas formas.
Fui vítima de assedio sexual e moral (não poucas as vezes por parte de outras mulheres).
Morei sozinha, viajei o mundo e aprendi a amar a minha própria companhia. Entendi que não preciso de homem algum pra ser feliz. Entendi tambem que não preciso de um papel ou cerimônia pra estar casada.
Hoje eu vivo um casamento onde há muito #amor, mas a base de tudo é o respeito e a admiração.
Não é um problema meu marido estar em casa enquanto eu sento num bar e bebo cerveja com minhas amigas. Isso não significa que eu o estou traindo, muito menos "à caça", e as conversas não são sobre homens.
Encarei uma depressão de frente e aceitei a medicação como algo necessário, mas a terapia foi (e é) algo libertador.
Aceitei meu cabelo, não como moda, mas parte de quem sou e hoje tenho segurança para usá-lo como eu quiser: crespo ou liso. Vivenciei o momento mais poderoso da minha vida que foi gerar, parir e alimentar outro ser.
Hoje, nosso grande desafio (meu e do marido) é educar nosso filho pra que ele seja um feminista. E antes que alguém envie alguma piadinha infame sobre isso, eu explico: eu quero que meu filho respeite as mulheres.
Que ele entenda que o feminismo não é ser menos ou mais, mas sim ser igual. Ser mãe de menino é de uma responsabilidade tão grande quanto de menina. Eu tenho um puta orgulho da minha história.
Ela não é melhor nem pior que a de nenhuma outra mulher. Ela é minha. Me fez ser quem eu sou hoje. Ser mãe também tem me feito aprender muito mais sobre o feminino.
Tem me feito olhar outras mulheres, suas histórias, seus valores, entender o significado da palavra sonoridade.
Homens, feminismo não é mimimi.
Mulheres, não tem esse lance "das inimigas".
Juntas temos um poder inimaginável.
#girlpower #diainternacionaldamulher #8demarço
@Liaheck

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