Essa semana resolvi escrever sobre as possibilidades.
Uma vida de quase.....e não sei porque ou sei, esse texto é inspirado em você, Pai! Meu melhor amigo, meu parceiro, e meu grande amor.
Quase que a gente brinca, mas vai vivendo como se fosse verdade.
Quase que a gente pira, mas mantém a sobriedade porque a rotina e os afezeres nos impõem.
Quase que a gente desiste, mas a fé nos movem para caminharmos avante.
Quase que a gente ama, mas entende as impossibilidades do outro em não saber retribuir a altura.
Quase que trabalhamos em benéfico da família e deixamos de lado nossos prazeres mais pequenos.
Quase que comemos tudo que vemos a nossa frente, mas lembramos que nosso corpo não suportaria.
Quase que bebemos sem freios, mas aí, pensamos que amanhã teremos ressaca.
Quase que nos apaixonamos, mas sentimos que talvez não será a melhor maneira de demonstrar nosso afeto.
Quase que perdemos o horário de um compromisso, mas a responsabilidade nos chama.
Quase que sem querer perdemos a cabeça, e depois, imaginamos como seria diferente caso soubéssemos nos conter.
Quase falamos, mas, por vergonha, medo ou sei lá o que, nos calamos.
Quase fazemos sexo, mas, lembramos que o amor é mais gostoso.
Quase nos demitimos de um trabalho enfadonho, mas lembramos das faturas do Visa que temos que pagar ao final do mês.
Quase perdemos a linha, mas lembramos da educação que veio de casa, após anos que repreensão da nossa mãe, ou figura similar.
Quase morremos, e então, percebemos que a melhor vingança é estarmos vivos.
Pai, obrigada por não ser um cara de quase......
Você não poupou um dia.
Viveu inteiro.
Nunca foi quase pai, quase amigo, quase médico.
Ser o que eu sou hoje, em especial, só pode ter sentindo, porque sou quase “ voce”.
Um beijo quase amoroso, pra vc como eu que tenta entender a vida, como quase filósofa.
Uma vida de quase.....e não sei porque ou sei, esse texto é inspirado em você, Pai! Meu melhor amigo, meu parceiro, e meu grande amor.
Quase que a gente brinca, mas vai vivendo como se fosse verdade.
Quase que a gente pira, mas mantém a sobriedade porque a rotina e os afezeres nos impõem.
Quase que a gente desiste, mas a fé nos movem para caminharmos avante.
Quase que a gente ama, mas entende as impossibilidades do outro em não saber retribuir a altura.
Quase que trabalhamos em benéfico da família e deixamos de lado nossos prazeres mais pequenos.
Quase que comemos tudo que vemos a nossa frente, mas lembramos que nosso corpo não suportaria.
Quase que bebemos sem freios, mas aí, pensamos que amanhã teremos ressaca.
Quase que nos apaixonamos, mas sentimos que talvez não será a melhor maneira de demonstrar nosso afeto.
Quase que perdemos o horário de um compromisso, mas a responsabilidade nos chama.
Quase que sem querer perdemos a cabeça, e depois, imaginamos como seria diferente caso soubéssemos nos conter.
Quase falamos, mas, por vergonha, medo ou sei lá o que, nos calamos.
Quase fazemos sexo, mas, lembramos que o amor é mais gostoso.
Quase nos demitimos de um trabalho enfadonho, mas lembramos das faturas do Visa que temos que pagar ao final do mês.
Quase perdemos a linha, mas lembramos da educação que veio de casa, após anos que repreensão da nossa mãe, ou figura similar.
Quase morremos, e então, percebemos que a melhor vingança é estarmos vivos.
Pai, obrigada por não ser um cara de quase......
Você não poupou um dia.
Viveu inteiro.
Nunca foi quase pai, quase amigo, quase médico.
Ser o que eu sou hoje, em especial, só pode ter sentindo, porque sou quase “ voce”.
Um beijo quase amoroso, pra vc como eu que tenta entender a vida, como quase filósofa.

E eu me emocioonei que QUASE chorei. Lindo texto, Parabéns
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