Depois de algum tempo sem gastar o dedo por aqui eu me atrevo, como atrevida que sou, a escrever. Dessa vez, sobre o dia-a-dia de trabalhar em uma agência de marketing digital sp
A sala charmosa e moderna é, por regra legal e jurídica, uma agência de comunicação. Por prazer, eles são observadores, conselheiros, curiosos, interessados, admiradores, psicólogos e os melhores anfitriões para qualquer final de tarde morna. Servem de tudo na mini copa-cozinha-bar, de chá a cachaça, para qualquer relax time. Coisas que podem acontecer numa segunda à noite, ou na sexta pela manhã. Regras de horários são mantidas de acordo com a necessidade do cliente, ou seja, é muito comum ver reuniões rolando até altas horas. E eu nunca sei se o cliente está no Japão, ou, se ele está só utilizando o tempo que pode para relatar suas dores e dúvidas. O impressionante, é que o time não deixa a bola parar de rolar em campo até que o apito final seja dado. O juiz quem é? Por aqui, sempre é o Sr. Bom Senso.
Anota aí, “bem humorados e pilhados” são sinônimos por aqui. Eles cuidam da sua marca com o sorriso no rosto (aquele sorriso de professora feliz em ver seu aluno aprendendo) e a dedicação no peito de quem está em pleno carnaval de Salvador batucando timbal a todo vapor, Pelourinho abaixo. Não necessariamente na mesma ordem. A galera aqui cria, recria, muda, inventa, inova, pensa, planeja, interage, age, coloca energia (adoro quando eles soltam uma nessas) e, muito naturalmente, conjugam uma centena de outros verbos para gerar os melhores adjetivos ao seu negócio.
O time aqui é na totalidade jovem (menos de 30), mas celebram referências do passado. Mesmo porque, a mais tiazona aqui sou eu, no auge dos meus 39.
Podem imaginar caros leitores que o desafio não é fácil, mas a diversão compensa qualquer stress.
Dizem que eles são alternativos, porém, fazem questão de usar os tradicionais “bom dia”, “obrigado”, “por favor” e “com licença”. Hora ou outra, lanço um “por obsequio” só para entreter e lembrar que a fala rebuscada e antiga ainda esta na moda. E eles? Caem na risada. E essa é a melhor parte do meu dia, não pularia esse momento sublime por dinheiro nenhum do mundo.
Eles riem alto e engraçado, um mix de rinocerontes com ataques epiléticos e anões australianos de circo com crise alérgica. A tia aqui, sempre alvo de zoação, aproveita agora para descontar as trolagens (um oferecimento: The BocheCast), que me inspira incessantemente. Registro esse comentário, logicamente elogioso, porque eles tiram de letra e na esportiva. Todos aqui tem o que eu gosto de chamar de fair play.
Eles adoram um desafio, uma meta e um radar, especialmente aquele de se adaptar ao segmento e conceito do seu público. Respeitam limites: os da sua verba (seja alta ou baixa) e os de velocidade. Eles entendem a ideia de que é primordial ajustar a frequência do cliente. Eles trocam facilmente qualquer ideia por uma grande ideia, criada a quatro, cinco ou seis mãos. Porque aqui, não há espaço para competições, entre o seu melhor, e o melhor do mundo do colega da mesa ao lado. Ambos tem poder de fala e, no final das contas, girar a roda é mais importante que saber quem a criou.
Preferem o sim ao não. Sendo mais clara, aceitam tranquilamente sugestões, pitacos, alterações, ligações de números desconhecidos, convites de happy hour, batizados, aniversários, casamentos e inaugurações. Seja de supermercado a loja de artigos chineses. Ah! Não ouse convida-los para o Natal em sua casa, porque você corre o risco deles aceitarem, incluindo participar do amigo-secreto da sua família. Possibilidades criativas, jamais são descartadas aqui nesse ninho de pombos exóticos.
Bom, na real, eles são mais ou menos isso. Na verdade, são mais que isso! Sabe coisa de gente apaixonada? Pois é, eles vivem com o coração na boca e palpitando pelos clientes. Aliás, clientes não. Por aqui, eles chamam de parceiros. Mas, o resto eles certamente contarão pessoalmente, até porque, a turma aqui gosta de uma boa conversa, daquelas de mineiros que duram horas a fio.
Ah! Mais um conselho: jamais fale com eles sobre milk shakes comuns, daqueles do Bob's. Chegue logo na Rocket Comunicação pedindo por um milk shake colorido — uma piada interna sobre ideias extraordinárias para seu negócio. Não tem erro, é sucesso instantâneo e empolgação imediada, vai por mim, dica de quem conhece o eleitorado.
E eu? Bom, to sempre por aqui, escrevendo, aprendendo, ouvindo muitas novidades sobre a área digital, que não para de crescer. Sempre contribuindo com as insanidades que carrego na cabeça, coisa de toda jornalista que ama contar historias.
Semana que vem conto mais, só para não derreter meu milk shake.
A sala charmosa e moderna é, por regra legal e jurídica, uma agência de comunicação. Por prazer, eles são observadores, conselheiros, curiosos, interessados, admiradores, psicólogos e os melhores anfitriões para qualquer final de tarde morna. Servem de tudo na mini copa-cozinha-bar, de chá a cachaça, para qualquer relax time. Coisas que podem acontecer numa segunda à noite, ou na sexta pela manhã. Regras de horários são mantidas de acordo com a necessidade do cliente, ou seja, é muito comum ver reuniões rolando até altas horas. E eu nunca sei se o cliente está no Japão, ou, se ele está só utilizando o tempo que pode para relatar suas dores e dúvidas. O impressionante, é que o time não deixa a bola parar de rolar em campo até que o apito final seja dado. O juiz quem é? Por aqui, sempre é o Sr. Bom Senso.
Anota aí, “bem humorados e pilhados” são sinônimos por aqui. Eles cuidam da sua marca com o sorriso no rosto (aquele sorriso de professora feliz em ver seu aluno aprendendo) e a dedicação no peito de quem está em pleno carnaval de Salvador batucando timbal a todo vapor, Pelourinho abaixo. Não necessariamente na mesma ordem. A galera aqui cria, recria, muda, inventa, inova, pensa, planeja, interage, age, coloca energia (adoro quando eles soltam uma nessas) e, muito naturalmente, conjugam uma centena de outros verbos para gerar os melhores adjetivos ao seu negócio.
O time aqui é na totalidade jovem (menos de 30), mas celebram referências do passado. Mesmo porque, a mais tiazona aqui sou eu, no auge dos meus 39.
Podem imaginar caros leitores que o desafio não é fácil, mas a diversão compensa qualquer stress.
Dizem que eles são alternativos, porém, fazem questão de usar os tradicionais “bom dia”, “obrigado”, “por favor” e “com licença”. Hora ou outra, lanço um “por obsequio” só para entreter e lembrar que a fala rebuscada e antiga ainda esta na moda. E eles? Caem na risada. E essa é a melhor parte do meu dia, não pularia esse momento sublime por dinheiro nenhum do mundo.
Eles riem alto e engraçado, um mix de rinocerontes com ataques epiléticos e anões australianos de circo com crise alérgica. A tia aqui, sempre alvo de zoação, aproveita agora para descontar as trolagens (um oferecimento: The BocheCast), que me inspira incessantemente. Registro esse comentário, logicamente elogioso, porque eles tiram de letra e na esportiva. Todos aqui tem o que eu gosto de chamar de fair play.
Eles adoram um desafio, uma meta e um radar, especialmente aquele de se adaptar ao segmento e conceito do seu público. Respeitam limites: os da sua verba (seja alta ou baixa) e os de velocidade. Eles entendem a ideia de que é primordial ajustar a frequência do cliente. Eles trocam facilmente qualquer ideia por uma grande ideia, criada a quatro, cinco ou seis mãos. Porque aqui, não há espaço para competições, entre o seu melhor, e o melhor do mundo do colega da mesa ao lado. Ambos tem poder de fala e, no final das contas, girar a roda é mais importante que saber quem a criou.
Preferem o sim ao não. Sendo mais clara, aceitam tranquilamente sugestões, pitacos, alterações, ligações de números desconhecidos, convites de happy hour, batizados, aniversários, casamentos e inaugurações. Seja de supermercado a loja de artigos chineses. Ah! Não ouse convida-los para o Natal em sua casa, porque você corre o risco deles aceitarem, incluindo participar do amigo-secreto da sua família. Possibilidades criativas, jamais são descartadas aqui nesse ninho de pombos exóticos.
Bom, na real, eles são mais ou menos isso. Na verdade, são mais que isso! Sabe coisa de gente apaixonada? Pois é, eles vivem com o coração na boca e palpitando pelos clientes. Aliás, clientes não. Por aqui, eles chamam de parceiros. Mas, o resto eles certamente contarão pessoalmente, até porque, a turma aqui gosta de uma boa conversa, daquelas de mineiros que duram horas a fio.
Ah! Mais um conselho: jamais fale com eles sobre milk shakes comuns, daqueles do Bob's. Chegue logo na Rocket Comunicação pedindo por um milk shake colorido — uma piada interna sobre ideias extraordinárias para seu negócio. Não tem erro, é sucesso instantâneo e empolgação imediada, vai por mim, dica de quem conhece o eleitorado.
E eu? Bom, to sempre por aqui, escrevendo, aprendendo, ouvindo muitas novidades sobre a área digital, que não para de crescer. Sempre contribuindo com as insanidades que carrego na cabeça, coisa de toda jornalista que ama contar historias.
Semana que vem conto mais, só para não derreter meu milk shake.

kkkk, muito legal ! me veio na cabeça um zoológico exótico de Madagascar ! kkk ambiente de trabalho gostoso é demais de bom !
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