Hoje, domingo dia 10 de julho, eu escrevo sob um banco qualquer do parque Burle Marx, com sol, quase duas da tarde.
O parque é a praia dos paulistanos, eu sigo me adaptando.
Confesso ter um encantamento misterioso sobre esse lugar, por esse motivo, a inspiração em escrever.
Aqui a vida parece melhor, mais colorida, com menos barulho, com mais contemplação. Tenho a vaga ideia que as vezes Deus se esconde aqui, e só quem tem muita sensibilidade e inocência consegue acha -lo e pode até toca -lo.
Um filme com trilha sonora e tudo passa pela minha cabeça, descobro amar filmes, mesmo atualmente não tento saco nem tempo para eles.
Em menos de 20 minutos, descubro que sou adulta, sozinha e completamente autônoma. Sinto medo e muita alegria.
Comecei a gargalhar sozinha e uma senhora que dividia o banco comigo, se assustou, levantou e foi embora. Adorei o banco ficou só para mim, vejo que entre meus defeitos, tenho uma leve dose de egoísmo latente.
Continuo olhando pra frente.
E muita vida, muita energia, muita gente e muitas histórias me cercam.
Sigo escrevendo a minha e finalmente com toda minha plenitude e madurez.
Se estou certo ou errada?
Vamos combinar, isso não importa!!
Que a melhor parte disso tudo, não acabe!
Pedindo a Deus o dom da eternidade de alguns momentos.
Será que vou ser ouvida?
Beijo com cheiro de mato verde,
Arielli
@ariellimargiotta
Observação: A foto achei achei fofa, aproveitei o ensaio fotográfico de um casal apaixonado que irão se casar daqui 15 dias e escolheram aqui para retratar a sua paixão..... Eles estavam envergonhados, mas felizes
Vida e amor para vcs.❤️

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