O titulo do texto da semana já fala por si ou tenta né?
Escrevo organicamente já faz tempo e os textos as vezes me dão a dimensão de como tudo na vida é fluido, olha ai já estamos nos últimos dias do ano, já é Natal!
Que medo!
Que medo!
Escrevo em lugares diversos : metro, mesas de bares, cafés, mas especialmente em casa, lugar onde minha alma ganha espaços maiores ao som Clair De Lune de Debussy ou qualquer outro som que meu espirito eleger como propicio, gosto da ideia de ter fundo musical para todos meus momentos, porque no fundo a gente acaba tento a ideia de que nossa vida é como um filme, novela, seriado ou sabe-se lá o que. Que medo!!
A gente faz da vida o que quer, especialmente dramas sem fim ou romances desajeitados, esse ultimo sou PhD, sabendo que certo mesmo é que vai passar, com medo ou não.
Agora prestes a chegada 2019 eu gosto de fazer listas com renovações de promessas, fazer listas daquilo que alcancei sem esperar e listas de tudo o quanto me dá medo, e de verdade me descobro mais medrosa do que nunca.
Sou uma medrosa disfarçada de heroína de historias de quadrinhos, no fundo tenho medo de muitas coisas, medo da solidão, medo de ficar doente, medo de ficar desempregada, medo de perder meus filhos, medo de não ver nunca mais meus amigos, medo de não ter uma segunda ou terceira chance na vida, medo de barata, de janelas e andares que passam do 12 andar, medo de perder a voz, os cabelos, as unhas.....medo de uma infinidade de coisas, fúteis e outras tantas essenciais.
Descobri também que tenho medo de ser feliz demais ou infeliz demais, medo de perder a capacidade infantil de ver o mundo, medo de não ter mais vontade de dançar no chuveiro, medo de não sentir meu coração disparar quando me apaixono, medo de perder a inspiração para escrever, medo de não sentir mais frio na barriga e medo e medo e medo........ Ufaaa, sou medrosa!
A lista de medos daria uns vinte textos, no minimo, um absurdo para quem tem quase 40 anos, mas tudo bem, segundo minha psicologa, todos temos medo e o melhor conselho a cada sessão invariavelmente era esse: Arielli, você tem medo de ir para a vida? Vá com medo mesmo.
É com medo que a vida acontece, é com medo que eu acordo todo dia e vou para a vida que me espera, é com medo que eu faço o que sei e o que também não sei.
É com medo que escrevo uma lista de coisas que desejo para meu futuro, é com medo que eu escolho me apaixonar e me entregar à algumas pessoas e é com medo que eu vivo arriscando o coração, a vida e as emoções.
É com medo de perder a cabeça que eu perco e é também com medo que eu faço declarações de amor quando estou amando, sou intensa, verdadeira e insensata e disso não tenho medo ou tenho?
Tenho medo de amar demais e de menos, tenho medo do meio termo, do morno e do caminho do meio.
E quer saber, sempre fui assim, difícil mudar.
De repente eu olho para trás e faço uma analise rápida , porque não tenho saco para pensar muito sobre o que o faço, vivo de presente e de muito futuro, culpa da ansiedade que mora em mim e percebo que se é com medo que eu cheguei aqui imagine você se eu fosse feita só de coragem?
Um beijo bem medroso e cheio de amor.
Agora prestes a chegada 2019 eu gosto de fazer listas com renovações de promessas, fazer listas daquilo que alcancei sem esperar e listas de tudo o quanto me dá medo, e de verdade me descobro mais medrosa do que nunca.
Sou uma medrosa disfarçada de heroína de historias de quadrinhos, no fundo tenho medo de muitas coisas, medo da solidão, medo de ficar doente, medo de ficar desempregada, medo de perder meus filhos, medo de não ver nunca mais meus amigos, medo de não ter uma segunda ou terceira chance na vida, medo de barata, de janelas e andares que passam do 12 andar, medo de perder a voz, os cabelos, as unhas.....medo de uma infinidade de coisas, fúteis e outras tantas essenciais.
Descobri também que tenho medo de ser feliz demais ou infeliz demais, medo de perder a capacidade infantil de ver o mundo, medo de não ter mais vontade de dançar no chuveiro, medo de não sentir meu coração disparar quando me apaixono, medo de perder a inspiração para escrever, medo de não sentir mais frio na barriga e medo e medo e medo........ Ufaaa, sou medrosa!
A lista de medos daria uns vinte textos, no minimo, um absurdo para quem tem quase 40 anos, mas tudo bem, segundo minha psicologa, todos temos medo e o melhor conselho a cada sessão invariavelmente era esse: Arielli, você tem medo de ir para a vida? Vá com medo mesmo.
É com medo que a vida acontece, é com medo que eu acordo todo dia e vou para a vida que me espera, é com medo que eu faço o que sei e o que também não sei.
É com medo que escrevo uma lista de coisas que desejo para meu futuro, é com medo que eu escolho me apaixonar e me entregar à algumas pessoas e é com medo que eu vivo arriscando o coração, a vida e as emoções.
É com medo de perder a cabeça que eu perco e é também com medo que eu faço declarações de amor quando estou amando, sou intensa, verdadeira e insensata e disso não tenho medo ou tenho?
Tenho medo de amar demais e de menos, tenho medo do meio termo, do morno e do caminho do meio.
E quer saber, sempre fui assim, difícil mudar.
De repente eu olho para trás e faço uma analise rápida , porque não tenho saco para pensar muito sobre o que o faço, vivo de presente e de muito futuro, culpa da ansiedade que mora em mim e percebo que se é com medo que eu cheguei aqui imagine você se eu fosse feita só de coragem?
Um beijo bem medroso e cheio de amor.

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